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Consumo de água aumenta 20% nas regiões de Maringá e Londrina

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Com temperaturas que ultrapassam os 40°C, o consumo de água por moradores das regiões norte e noroeste aumentou .

De acordo com a regional da Sanepar que atende a 95 municípios na região de Maringá, a produção de água tratada cresceu 22% entre sexta-feira (2) e domingo (4). Isso equivalente a 45 milhões de litros a mais por dia.

“A gente chegou ao pico da época de verão. No verão, temos as maiores temperaturas e nunca antes na história, teve uma produção tão grande como nesse final de semana”, disse Sérgio Augusto Portela, o gerente-geral da regional noroeste da Sanepar.

Em Londrina e Cambé, o consumo está cerca de 20% acima da média. Segundo a Sanepar, os números nunca foram tão altos.

Confira os números:

  • 1° de outubro – 235.871,56 m³
  • 2 de outubro – 248.841,71 m³
  • 3 de outubro – 255.862,52 m³
  • 4 de outubro – 227.066,01 m³

Antes disso, a maior marca já registrada tinha sido em 2017, quando foram consumidos 235 milhões de litros.

Em média, são gastos 190 milhões de litros por dia nas duas cidades, ainda conforme os dados da Sanepar.

Sem registro de chuva a 45 dias, as marcas da estiagem podem ser vistas na estação de captação no Rio Tibagi, que é responsável por 65% do abastecimento de água das duas cidades.

O rio está dois metros abaixo do nível normal.

“Baixar a temperatura seria bom, o consumo cresce 0,8% com o aumento de cada grau. Estando em uma temperatura de 40°C ou 42°C é muito acima do que normalmente é registrado”,

O consumo dos últimos dias foi tão alto que chegou perto da capacidade máxima de produção de água que é de 259 milhões de litros. A Sanepar afirma que há chances de adotar o rodízio de água se o consumo continuar subindo e a estiagem se estender.

“O risco existe, mas estamos trabalhando para evitar ao máximo essa possiblidade. É preciso analisar a quantidade de dias que ainda podemos ficar em estiagem e o nível dos rios. Em função da insolação, dessa temperatura muito alta, faz com que a água que está no rio tenha um efeito de evaporação e o nível pode descer mais rápido do que a gente espera”, disse o gerente industrial da Sanepar em Londrina, Gil Gameiro.

Enquanto não há previsão de chuva, somente o uso racional pelos consumidores pode evitar o rodízio de abastecimento.

“Em primeiro lugar a população deve usar a água de forma racional, evitando o desperdício”, completou.

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