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Salles pede apoio dos estados para fiscalizar queimadas na Amazônia

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Após uma série de críticas internacionais sobre a atuação do governo no combate ao fogo na Amazônia, os ministros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e do Meio Ambiente, Ricardo Salles, explicaram na manhã deste sábado (24), durante coletiva de imprensa, as ações do governo federal para combater as queimadas e incêndios na floresta.

Salles pediu a participação dos governos estaduais para fiscalizar os incêndios na região. “Enfrentamos muita dificuldade em relação ao suporte estadual”, disse. “Todos os entes federativos enfrentam restrições orçamentárias, portanto, pedimos aos estados para que nos apoiem nas ações de fiscalização.”

Segundo os ministros e o tenente das Forças Armadas, Raul Botelho, o plano do governo é enviar um helicóptero, uma aeronave que despeja água sobre as regiões de queimadas, além da presença de bombeiros voluntários para as regiões. Ao todo, serão 44 mil homens do Exército, Aeronáutica e Marinha deslocados aos poucos.

Até o momento, quatro estados, segundo o governo federal, se manifestaram para pedir ajuda. São eles: Rondônia, Roraima, Tocantins e Pará. A primeira ação ocorrerá na cidade de Porto Velho, capital de Rondônia.

O ministro da Defesa disse que há um total contingenciado, previso em lei orçamentária, de R$ 28 milhões para todo o ano. Segundo ele, são recursos emergenciais que vem sendo negociados com o ministro da Economia Paulo Guedes.

Questionado sobre como seria realizado o combate às atividades ilegais de fazendeiros, Salles disse que “a persecução penal é feita pela autoridade estadual”, por meio das polícias civil e militar.

Em relação ao aumento no número de queimadas, Salles citou fatores ambientais. ” O que estamos verificando é um aumento dos crimes de 2012 para cá”, disse ele, além de falar de um último ano mais quente e seco – o que justificaria uma medida excepcional como a GLO.

Repercussão internacional

Em relação à repercussão internacional que o tema vem despertando, inclusive como objeto de discussão na Cúpula do G7, Salles disse que as medidas já foram tomadas. “Há dois caminhos: mostrar através de ações a resposta para a sociedade brasileira e internacional e a necessidade de informação diante das desinformações.”

Azevedo e Silva afirmou que toda ajuda internacional “é bem-vinda”. Em relação a uma eventual atuação do presidente americano, Donald Trump, Azevedo Silva disse que houve apenas um contato telefônico. “A ajuda americana está só na intenção, apenas uma ligação do presidente Trump para o Bolsonaro.”

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