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Patrulha Maria da Penha reforça acompanhamento a mulheres por telefone durante a pandemia

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As equipes da Patrulha Maria da Penha, que realiza acompanhamento para garantir a segurança de mulheres vítimas de violência doméstica, no Paraná, intensificaram os atendimentos por telefone, diante das restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

No estado, guardas municipais e policiais militares realizam o serviço da patrulha em 16 cidades.

Em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, as forças de segurança que acompanham os casos informaram que o número de ligações para a Patrulha Maria da Penha aumentou 34%, desde o início da pandemia.

A maior parte das ligações, segundo a patrulha, é de casos de descumprimento de medidas protetivas.

“Como nós não podemos estar fazendo a visita contínua, devido a questões óbvias da pandemia, o contato com a vítima se torna fundamental para dar segurança à vítima e para causar também a insegurança ao agressor”, disse o secretário municipal de Segurança Pública, Ary Lovato.

Patrulha no Paraná
O serviço de acompanhamento e proteção a mulheres vítimas de violência, pelas equipes da Patrulha Maria da Penha, começou em 2014 no Paraná. A primeira cidade a estabelecer o atendimento foi Curitiba.

Segundo o Tribunal de Justiça do estado (TJ-PR), em 2019, foram instaladas as equipes e a iniciativa começou a funcionar em Paranaguá, no litoral, e em São Miguel do Iguaçu a patrulha.

Atualmente, o estado conta com guardas municipais no serviço em: Arapongas, Araucária, Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Paranaguá, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, São Miguel do Iguaçu, Sarandi e Toledo.

Nos municípios de Guarapuava, Paranavaí e São José dos Pinhais, o patrulhamento é feito pela Polícia Militar (PM).

Ainda conforme o TJ-PR, o serviço está em fase de implementação nas cidades de Apucarana e Irati.

Uma das mulheres que recebe segurança da patrulha, em Ponta Grossa, comenta que as visitas e o acompanhamento dos guardas garantiram um pouco de tranquilidade.

Ela possui medida protetiva contra o ex-marido e reforça a importância dos canais de atendimento por telefone, como o 153.

“A gente tem que se respeitar acima de tudo. A partir do momento em que a pessoa ergue a mão para a gente, não tem conserto”, relata.

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