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Economia

Agepar homologa aumento das tarifas de pedágio no Paraná; reajustes variam de 2,9% a 3,3%

O reajuste das tarifas de pedágio de seis concessionárias do Anel de Integração no Paraná foi homologado nesta terça-feira (3) pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar).

A data para que novos valores entrem em vigor ainda não foi definida. O reajuste médio anual será de 3,3% para cinco concessionárias:

  • Econorte
  • Viapar
  • Ecovia
  • Ecocataratas
  • Caminhos do Paraná

Somente a RodoNorte terá um reajuste médio de 2,9%, porque a concessionária usa a fórmula paramétrica prevista no contrato original enquanto as demais tiveram a fórmula alterada a partir de 2014.

A Agepar informou que as tarifas poderão sofrer alteração, tendo em vista os acordos de leniência que foram firmados ou a serem firmados.

O acordo de leniência foi firmado pela Ecorodovias, controladora da Ecovia e da Ecocataratas, com a força-tarefa da Operação Lava Jato. Em setembro deste ano, foi reduzido em 30% as tarifas de seis praças de pedágio no estado.

O acordo prevê a recuperação de R$ 400 milhões, que devem ser pagos até o fim das concessões, em 2021. A concessionária é investigada na Operação Integração, que apura irregularidades na concessão de rodovias do estado.

Conforme Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), as portarias devem informar a data e o horário em que os valores reajustados poderão ser aplicados.

De acordo com a Agepar, para a reposição inflacionária foram utilizados os indicadores que compõem a cesta de índices da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A Agepar informou ainda que o reajuste anual das tarifas previsto em contrato é diferente de revisão tarifária, que analisa o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos.

Em todos os anos, o reajuste das tarifas era divulgado em 1º de dezembro. Porém, neste ano, a Agepar informou que recebeu a documentação do DER somente no dia 25 de novembro e que precisava de até cinco dias úteis para deliberar sobre a homologação.

Economia

Começa nesta terça o pagamento do 13º do Bolsa Família

Começa nesta terça-feira e vai até o dia 23 de dezembro o pagamento da 13ª parcela para os beneficiários do Bolsa Família.

O 13º salário do Bolsa Família será pago junto com o benefício de dezembro. Com isso, neste mês, o pagamento do benefício será em dobro.

Segundo o Ministério da Cidadania, mais de R$ 5 bilhões serão pagos a 13.170.607 famílias em todo o Brasil neste mês de dezembro. O benefício médio, acumulando o valor extra, será de R$ 383,54 por beneficiário.

Começa nesta terça-feira e vai até o dia 23 de dezembro o pagamento da 13ª parcela para os beneficiários do Bolsa Família.

O 13º salário do Bolsa Família será pago junto com o benefício de dezembro. Com isso, neste mês, o pagamento do benefício será em dobro.

Segundo o Ministério da Cidadania, mais de R$ 5 bilhões serão pagos a 13.170.607 famílias em todo o Brasil neste mês de dezembro. O benefício médio, acumulando o valor extra, será de R$ 383,54 por beneficiário.

O Bolsa Família atende às famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais; e na pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais.

Confira o calendário

A data para pagamento é de acordo com o número final do Número de Identificação Social (NIS):

  • Final 1 – Saque no dia 10/12
  • Final 2 – Saque no dia 11/12
  • Final 3 – Saque no dia 12/12
  • Final 4 – Saque no dia 13/12
  • Final 5 – Saque no dia 16/12
  • Final 6 – Saque no dia 17/12
  • Final 7 – Saque no dia 18/12
  • Final 8 – Saque no dia 19/12
  • Final 9 – Saque no dia 20/12
  • Final 0 – Saque no dia 23/12
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Economia

Receita abre consultas ao 7º lote e último lote do IR 2019

A Receita Federal abriu nesta segunda-feira (9) as consultas ao sétimo lote e último lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) de 2019, e a lotes residuais de anos anteriores.

  • CLIQUE AQUI para consultar se você está no lote de restituição.

De acordo com o Fisco, serão pagos R$ 700 milhões a 320.606 contribuintes. Os depósitos serão feitos em 16 de dezembro. As restituições referentes ao sétimo lote do IR 2019 terão correção de 4,4%, referentes à taxa Selic entre os meses de maio e dezembro.

Como consultar sua restituição

As consultas podem ser feitas pelo site da Receita Federal na internet. Há ainda o aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF, diretamente nas bases de dados da Receita Federal.

Pelo telefone

  • Ligando para o Receitafone, no número 146

Pelo computador

  • Entre no site da Receita.
  • Digite seu CPF (apenas números), data de nascimento e os caracteres de verificação (captcha), e clique em “consultar”.
Consulta IRPF 2019 — Foto: Reprodução

Consulta IRPF 2019 — Foto: Reprodução

Neste ano, a Receita Federal recebeu 30.677.080 até o dia 30 de abril, prazo final para a entrega do documento sem multa. O órgão esperava receber 30,5 milhões de declarações do Imposto de Renda 2019.


Malha fina

Os números de contribuintes que ficaram na malha fina em 2019 ainda não foram divulgados. Mas aqueles com direito a restituição e que não tiveram o nome incluso em nenhum dos 7 lotes têm grande chance de estarem neste grupo.

A verificação pode ser feita pelo serviço Meu Imposto de Renda da Receita Federal. Para isso, é preciso gerar um código de acesso, a partir do número do CPF, data de nascimento e recibos de entrega das duas últimas declarações.

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Economia

Produção de veículos no Brasil cai 7% em novembro

A produção de veículos no Brasil caiu 7,1% no último mês de novembro, segundo números divulgados nesta quinta-feira (5) pela associação das fabricantes, a Anfavea. A comparação é com o mesmo mês de 2018.

De acordo com a entidade, foram produzidos 227.455 veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) no último mês, contra 244.771 no mesmo período do ano passado.

Considerando o mês anterior (outubro), a queda foi ainda maior: 21,2%.

Quando os números acumulados de janeiro a novembro são comparados, porém, houve crescimento de 2,7% – de 2.702.306 em 2018 para 2.774.484 em 2019.

Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, a produção total neste ano registrará crescimento de 2% a 3%, na comparação com 2018.

Vendas

As vendas de veículos subiram 5% em relação a 1 ano atrás, conforme já tinha sido divulgado pela federação do concessionários (Fenabrave) na última segunda (2).

A média diária de vendas em novembro foi a melhor do ano, segundo a Anfavea.

Além disso, o acumulado, de janeiro a novembro, superou as vendas totais, de 12 meses, de 2016 e de 2017.

Exportações ainda caem

O número de veículos montados que são enviados para fora do Brasil continua caindo, especialmente pela crise na Argentina, principal comprador da indústria brasileira.

Comparando novembro deste ano e novembro de 2018, a queda foi de 7,9%. Na comparação com outubro, houve crescimento de 5,9%.

De janeiro a novembro, o número de veículos exportados foi 33,2% menor.

Moraes disse que, a despeito da crise, a Argentina continua a ser o maior parceiro do Brasil, “especialmente no setor automotivo”. Segundo ele, o governo brasileiro tem trabalhado para fechar um acordo de intercâmbio comercial com o Paraguai.

Em relação à receita obtida com as exportações de veículos, o setor registrou US$ 511,2 milhões em novembro e US$ 6,44 bilhões no acumulado do ano.

Empregos

O número de empregados na indústria automotiva caiu 3,7%, na comparação com 1 ano atrás e fechou o mês com 126,4 mil. A Ford fechou a fábrica de São Bernardo do Campo (SP) no último dia 30.

Ela empregava 2.350 funcionários no começo do ano. Desses, apenas mil, que são da área administrativa, foram mantidos.

Até novembro, a fábrica só estava produzindo caminhões. O Fiesta, único carro de passeio que era feito no local, teve a produção desativada em junho, o que levou ao corte de 750 funcionários.

Com o fim da linha de caminhões, outros 600 trabalhadores foram dispensados.

Otimismo moderado

A associação divulgará as previsões de produção, vendas e exportação de veículos para 2020 no dia 7 de janeiro. Moraes disse que o setor mantém um “otimismo moderado” em relação à economia.

“A tendência é 2020 começar num patamar melhor”, disse o presidente da Anfavea ao Valor Econômico.

O dirigente comemorou o crescimento do PIB, de 0,6% no terceiro trimestre. “Não é um ‘pibão’, mas confirma a nossa expectativa”, disse.

Segundo ele, para fazer os cálculos em relação à atividade econômica, os fabricantes de veículos costumam se basear nas visitas a concessionárias e conversas com consumidores. “E não nos economistas da Faria Lima”, acrescentou, referindo-se ao local que abriga parte do centro financeiro paulista.

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Economia

Região Oeste se destaca na geração de empregos no Paraná

Impulsionado pelo setor de serviços e a indústria de transformação, o Oeste paranaense vem se destacando na geração de empregos no Estado. De acordo com levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério da Economia, a região abriu 9.172 postos no acumulado de janeiro a outubro deste ano.

O número representa 13,71% do total de 66.901 vagas criadas no Paraná em 2019, consolidando a área como a terceira no ranking da empregabilidade no Estado, atrás apenas de regiões mais populosas como a Metropolitana de Curitiba (32.183) e o Norte (14.026). Cascavel, com saldo de 3.375 contratações, Toledo (+1.309) e Foz do Iguaçu (+983) foram os municípios que mais se destacaram no Oeste.

Economista do Departamento do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, Suelen Glinski explicou que a abertura de vagas foi alavancada especialmente pela grande quantidade de frigoríficos na região. Apenas a atividade de abate de suínos, aves e outros pequenos animais contabilizou 828 empregos.

Ainda segundo a economista, o setor acaba tendo também impacto direto em outras áreas, como as de comércio e serviço, reforçando a cadeia como um todo. “É reflexo da produção de carne para consumo interno e externo também. Sem contar que é justamente a indústria de transformação, por precisar de profissionais com maior qualificação, que paga os melhores salários”, afirmou Suelen Glinski.

Ela citou o transporte rodoviário de carga (427 empregos gerados), fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros (412), preservação e fabricação de produtos do pescado (316) como exemplos dessa ramificação do setor.

NÚMEROS GERAIS – De acordo com o Caged, o Paraná criou novos postos de trabalho pelo sétimo mês consecutivo. Foram 7.406 vagas no mês passado, o melhor outubro desde 2013, marcando uma evolução de 7% em relação ao mesmo período de 2018 (6.937). No acumulado do ano o Estado está entre os que mais geraram oportunidades de trabalho no País neste ano, junto com São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

O Paraná se destacou ainda com o estado do Sul com maior número de trabalhadores com carteiras assinadas até 31 de outubro deste ano. O estoque paranaense é de 2.670.695 pessoas, contra 2.546.066 do Rio Grande do Sul e 2.090.400 de Santa Catarina. No país, a ocupação total de empregos é de 39,252 milhões.

REGIÃO – A região Sul foi quem apresentou melhor resultado no mês passado, com a geração de 27.304 novas vagas. O Nordeste teve 21.776, o Sudeste 15.980, a região Norte registrou 4.315 e o Centro-Oeste, 1.477.

Entre os estados, 23 tiveram variação positiva, com destaque para Minas Gerais com 12.282 vagas; São Paulo (11.727) e Santa Catarina (11.579). Já o saldo foi negativo no Rio de Janeiro (-9.942), o Distrito Federal (-1.365), Bahia (-589) e Acre (-367).

BRASIL – O País também obteve resultado positivo pelo sétimo mês consecutivo na geração de empregos formais. O saldo registrado é de 70.852 novas vagas, resultado de 1.365.054 admissões e 1.294.202 desligamentos no período.


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