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Economia

Movimentação de contêineres cresce 15% no Porto de Paranaguá

A movimentação de contêineres no Porto de Paranaguá aumentou 15%. De janeiro a outubro deste ano, 726.393 unidades (TEUs) chegaram e saíram pelo terminal paranaense. No mesmo período, em 2018, foram 633.710.

De acordo com o diretor de Operações da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, a demanda do setor produtivo do Estado e as boas condições operacionais do Terminal de Contêineres de Paranaguá contribuem para esse crescimento nas movimentações no segmento. “Dia a dia, com novos investimentos, o terminal vem se aparelhando para receber a demanda do Estado e da região de influência dos Portos do Paraná”, diz Teixeira.

COMÉRCIO – No sentido importação, foram 365.786 TEUs movimentados, 16% a mais que os 316.125 importados no ano passado, nos primeiros dez meses. Outras 360.607 unidades saíram do porto com carga, um crescimento 14% na comparação com as 312.585 unidades exportadas no mesmo período de 2018.

O produto exportado em maior volume, em contêineres, é a carne de frango. Segundo a Divisão de Estatística da Diretoria de Operações da Portos do Paraná, 1,76 milhão de toneladas saíram pelo terminal de janeiro a outubro desse ano, quantidade 9% superior à movimentada no ano passado (1,62 milhão de toneladas).

“O Terminal de Contêineres de Paranaguá possui uma das maiores infraestruturas para contêineres frigorificados. E o Estado do Paraná é o principal produtor de frango do Brasil. Esta combinação possibilita que essa demanda seja direcionada ao nosso porto”, explica o diretor.

Mais da metade, 64,2%, do frango exportado, tem o Paraná como principal origem, seguido dos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina. Os principais destinos da carne das aves exportadas pelo terminal paranaense são, respectivamente, China, Japão, Emirados Árabes, Arábia Saudita e Hong Kong.

CARNE – Apesar de ser movimentada em menor volume – de janeiro a outubro deste este ano foram 255.633 toneladas – as exportações da carne em contêineres registram aumento de 41%, em relação às 181.017 toneladas exportadas no ano passado.

A carne de boi exportada por Paranaguá vem, principalmente, do Mato Grosso, Minas, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Os principais destinos são a China, Hong Kong, Egito, Irã e Emirados Árabes.

MOVIMENTO – O total de cargas que passou pelos Portos do Paraná, nos dois sentidos, exportação e importação, já soma 44,7 milhões de toneladas nesses dez meses. O volume é 0,6% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Apenas de carga geral, segmento dos contêineres e outras, foram 9,36 milhões de toneladas movimentadas de janeiro a outubro, este ano. O volume é 7% maior que o registrado em 2018 (8,74 milhões).

Nos demais segmentos, o movimento de granéis sólidos chegou a 29,6 milhões de toneladas, volume quase igual ao registrado no ano passado, e 5,7 milhões de toneladas dos granéis líquidos, 5% menos que o registrado em 2018.


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Economia

Começa nesta terça o pagamento do 13º do Bolsa Família

Começa nesta terça-feira e vai até o dia 23 de dezembro o pagamento da 13ª parcela para os beneficiários do Bolsa Família.

O 13º salário do Bolsa Família será pago junto com o benefício de dezembro. Com isso, neste mês, o pagamento do benefício será em dobro.

Segundo o Ministério da Cidadania, mais de R$ 5 bilhões serão pagos a 13.170.607 famílias em todo o Brasil neste mês de dezembro. O benefício médio, acumulando o valor extra, será de R$ 383,54 por beneficiário.

Começa nesta terça-feira e vai até o dia 23 de dezembro o pagamento da 13ª parcela para os beneficiários do Bolsa Família.

O 13º salário do Bolsa Família será pago junto com o benefício de dezembro. Com isso, neste mês, o pagamento do benefício será em dobro.

Segundo o Ministério da Cidadania, mais de R$ 5 bilhões serão pagos a 13.170.607 famílias em todo o Brasil neste mês de dezembro. O benefício médio, acumulando o valor extra, será de R$ 383,54 por beneficiário.

O Bolsa Família atende às famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais; e na pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais.

Confira o calendário

A data para pagamento é de acordo com o número final do Número de Identificação Social (NIS):

  • Final 1 – Saque no dia 10/12
  • Final 2 – Saque no dia 11/12
  • Final 3 – Saque no dia 12/12
  • Final 4 – Saque no dia 13/12
  • Final 5 – Saque no dia 16/12
  • Final 6 – Saque no dia 17/12
  • Final 7 – Saque no dia 18/12
  • Final 8 – Saque no dia 19/12
  • Final 9 – Saque no dia 20/12
  • Final 0 – Saque no dia 23/12
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Economia

Receita abre consultas ao 7º lote e último lote do IR 2019

A Receita Federal abriu nesta segunda-feira (9) as consultas ao sétimo lote e último lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) de 2019, e a lotes residuais de anos anteriores.

  • CLIQUE AQUI para consultar se você está no lote de restituição.

De acordo com o Fisco, serão pagos R$ 700 milhões a 320.606 contribuintes. Os depósitos serão feitos em 16 de dezembro. As restituições referentes ao sétimo lote do IR 2019 terão correção de 4,4%, referentes à taxa Selic entre os meses de maio e dezembro.

Como consultar sua restituição

As consultas podem ser feitas pelo site da Receita Federal na internet. Há ainda o aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF, diretamente nas bases de dados da Receita Federal.

Pelo telefone

  • Ligando para o Receitafone, no número 146

Pelo computador

  • Entre no site da Receita.
  • Digite seu CPF (apenas números), data de nascimento e os caracteres de verificação (captcha), e clique em “consultar”.
Consulta IRPF 2019 — Foto: Reprodução

Consulta IRPF 2019 — Foto: Reprodução

Neste ano, a Receita Federal recebeu 30.677.080 até o dia 30 de abril, prazo final para a entrega do documento sem multa. O órgão esperava receber 30,5 milhões de declarações do Imposto de Renda 2019.


Malha fina

Os números de contribuintes que ficaram na malha fina em 2019 ainda não foram divulgados. Mas aqueles com direito a restituição e que não tiveram o nome incluso em nenhum dos 7 lotes têm grande chance de estarem neste grupo.

A verificação pode ser feita pelo serviço Meu Imposto de Renda da Receita Federal. Para isso, é preciso gerar um código de acesso, a partir do número do CPF, data de nascimento e recibos de entrega das duas últimas declarações.

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Economia

Produção de veículos no Brasil cai 7% em novembro

A produção de veículos no Brasil caiu 7,1% no último mês de novembro, segundo números divulgados nesta quinta-feira (5) pela associação das fabricantes, a Anfavea. A comparação é com o mesmo mês de 2018.

De acordo com a entidade, foram produzidos 227.455 veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) no último mês, contra 244.771 no mesmo período do ano passado.

Considerando o mês anterior (outubro), a queda foi ainda maior: 21,2%.

Quando os números acumulados de janeiro a novembro são comparados, porém, houve crescimento de 2,7% – de 2.702.306 em 2018 para 2.774.484 em 2019.

Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, a produção total neste ano registrará crescimento de 2% a 3%, na comparação com 2018.

Vendas

As vendas de veículos subiram 5% em relação a 1 ano atrás, conforme já tinha sido divulgado pela federação do concessionários (Fenabrave) na última segunda (2).

A média diária de vendas em novembro foi a melhor do ano, segundo a Anfavea.

Além disso, o acumulado, de janeiro a novembro, superou as vendas totais, de 12 meses, de 2016 e de 2017.

Exportações ainda caem

O número de veículos montados que são enviados para fora do Brasil continua caindo, especialmente pela crise na Argentina, principal comprador da indústria brasileira.

Comparando novembro deste ano e novembro de 2018, a queda foi de 7,9%. Na comparação com outubro, houve crescimento de 5,9%.

De janeiro a novembro, o número de veículos exportados foi 33,2% menor.

Moraes disse que, a despeito da crise, a Argentina continua a ser o maior parceiro do Brasil, “especialmente no setor automotivo”. Segundo ele, o governo brasileiro tem trabalhado para fechar um acordo de intercâmbio comercial com o Paraguai.

Em relação à receita obtida com as exportações de veículos, o setor registrou US$ 511,2 milhões em novembro e US$ 6,44 bilhões no acumulado do ano.

Empregos

O número de empregados na indústria automotiva caiu 3,7%, na comparação com 1 ano atrás e fechou o mês com 126,4 mil. A Ford fechou a fábrica de São Bernardo do Campo (SP) no último dia 30.

Ela empregava 2.350 funcionários no começo do ano. Desses, apenas mil, que são da área administrativa, foram mantidos.

Até novembro, a fábrica só estava produzindo caminhões. O Fiesta, único carro de passeio que era feito no local, teve a produção desativada em junho, o que levou ao corte de 750 funcionários.

Com o fim da linha de caminhões, outros 600 trabalhadores foram dispensados.

Otimismo moderado

A associação divulgará as previsões de produção, vendas e exportação de veículos para 2020 no dia 7 de janeiro. Moraes disse que o setor mantém um “otimismo moderado” em relação à economia.

“A tendência é 2020 começar num patamar melhor”, disse o presidente da Anfavea ao Valor Econômico.

O dirigente comemorou o crescimento do PIB, de 0,6% no terceiro trimestre. “Não é um ‘pibão’, mas confirma a nossa expectativa”, disse.

Segundo ele, para fazer os cálculos em relação à atividade econômica, os fabricantes de veículos costumam se basear nas visitas a concessionárias e conversas com consumidores. “E não nos economistas da Faria Lima”, acrescentou, referindo-se ao local que abriga parte do centro financeiro paulista.

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Economia

Agepar homologa aumento das tarifas de pedágio no Paraná; reajustes variam de 2,9% a 3,3%

O reajuste das tarifas de pedágio de seis concessionárias do Anel de Integração no Paraná foi homologado nesta terça-feira (3) pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar).

A data para que novos valores entrem em vigor ainda não foi definida. O reajuste médio anual será de 3,3% para cinco concessionárias:

  • Econorte
  • Viapar
  • Ecovia
  • Ecocataratas
  • Caminhos do Paraná

Somente a RodoNorte terá um reajuste médio de 2,9%, porque a concessionária usa a fórmula paramétrica prevista no contrato original enquanto as demais tiveram a fórmula alterada a partir de 2014.

A Agepar informou que as tarifas poderão sofrer alteração, tendo em vista os acordos de leniência que foram firmados ou a serem firmados.

O acordo de leniência foi firmado pela Ecorodovias, controladora da Ecovia e da Ecocataratas, com a força-tarefa da Operação Lava Jato. Em setembro deste ano, foi reduzido em 30% as tarifas de seis praças de pedágio no estado.

O acordo prevê a recuperação de R$ 400 milhões, que devem ser pagos até o fim das concessões, em 2021. A concessionária é investigada na Operação Integração, que apura irregularidades na concessão de rodovias do estado.

Conforme Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), as portarias devem informar a data e o horário em que os valores reajustados poderão ser aplicados.

De acordo com a Agepar, para a reposição inflacionária foram utilizados os indicadores que compõem a cesta de índices da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A Agepar informou ainda que o reajuste anual das tarifas previsto em contrato é diferente de revisão tarifária, que analisa o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos.

Em todos os anos, o reajuste das tarifas era divulgado em 1º de dezembro. Porém, neste ano, a Agepar informou que recebeu a documentação do DER somente no dia 25 de novembro e que precisava de até cinco dias úteis para deliberar sobre a homologação.

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