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Economia

13º salário deve injetar R$ 12,6 bilhões na economia do Paraná em 2019, diz Dieese

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Os pagamentos do 13º salário de 2019 devem injetar R$ 12,6 bilhões na economia do Paraná, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (5), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Conforme o departamento, cerca de 5 milhões de trabalhadores paranaenses receberão até dezembro de 2019, o que corresponde a 6,22% do total de trabalhadores brasileiros com direito aos pagamentos.

No Paraná, ainda de acordo com o levantamento, a quantia representa 2,8% Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

O total a ser pago neste ano, no mercado formal, apresenta uma alta de 5,02%, em relação aos pagamentos do 13º do segmento no ano passado, no estado.

A quantia média a ser paga para os trabalhadores com carteira assinada é de R$ 2.965,54.

No Brasil, conforme o Dieese, a estimativa é que os pagamentos injetem R$ 214,6 bilhões na economia. São cerca de 81 milhões de brasileiros com direito a receber o rendimento adicional.

O 13º salário é pago aos trabalhadores com carteira assinada (incluindo os domésticos), aposentados e pensionistas da Previdência Social, União, estados e municípios.

Pagamentos

O 13º é pago geralmente em duas parcelas. Por lei, a primeira deve ser depositada até 30 de novembro. O prazo máximo para a empresa depositar a segunda parcela é no dia 20 de dezembro.

Quem trabalhou o ano todo ganha um salário cheio. Os profissionais contratados ao longo do ano recebem valor proporcional ao tempo de empresa.

Para aposentados e pensionistas do INSS, a primeira parcela do 13º salário foi paga entre agosto e setembro. A segunda parcela será paga junto com o benefício de novembro, a partir do dia 25.

Economia

Movimentação de contêineres cresce 15% no Porto de Paranaguá

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A movimentação de contêineres no Porto de Paranaguá aumentou 15%. De janeiro a outubro deste ano, 726.393 unidades (TEUs) chegaram e saíram pelo terminal paranaense. No mesmo período, em 2018, foram 633.710.

De acordo com o diretor de Operações da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, a demanda do setor produtivo do Estado e as boas condições operacionais do Terminal de Contêineres de Paranaguá contribuem para esse crescimento nas movimentações no segmento. “Dia a dia, com novos investimentos, o terminal vem se aparelhando para receber a demanda do Estado e da região de influência dos Portos do Paraná”, diz Teixeira.

COMÉRCIO – No sentido importação, foram 365.786 TEUs movimentados, 16% a mais que os 316.125 importados no ano passado, nos primeiros dez meses. Outras 360.607 unidades saíram do porto com carga, um crescimento 14% na comparação com as 312.585 unidades exportadas no mesmo período de 2018.

O produto exportado em maior volume, em contêineres, é a carne de frango. Segundo a Divisão de Estatística da Diretoria de Operações da Portos do Paraná, 1,76 milhão de toneladas saíram pelo terminal de janeiro a outubro desse ano, quantidade 9% superior à movimentada no ano passado (1,62 milhão de toneladas).

“O Terminal de Contêineres de Paranaguá possui uma das maiores infraestruturas para contêineres frigorificados. E o Estado do Paraná é o principal produtor de frango do Brasil. Esta combinação possibilita que essa demanda seja direcionada ao nosso porto”, explica o diretor.

Mais da metade, 64,2%, do frango exportado, tem o Paraná como principal origem, seguido dos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina. Os principais destinos da carne das aves exportadas pelo terminal paranaense são, respectivamente, China, Japão, Emirados Árabes, Arábia Saudita e Hong Kong.

CARNE – Apesar de ser movimentada em menor volume – de janeiro a outubro deste este ano foram 255.633 toneladas – as exportações da carne em contêineres registram aumento de 41%, em relação às 181.017 toneladas exportadas no ano passado.

A carne de boi exportada por Paranaguá vem, principalmente, do Mato Grosso, Minas, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Os principais destinos são a China, Hong Kong, Egito, Irã e Emirados Árabes.

MOVIMENTO – O total de cargas que passou pelos Portos do Paraná, nos dois sentidos, exportação e importação, já soma 44,7 milhões de toneladas nesses dez meses. O volume é 0,6% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Apenas de carga geral, segmento dos contêineres e outras, foram 9,36 milhões de toneladas movimentadas de janeiro a outubro, este ano. O volume é 7% maior que o registrado em 2018 (8,74 milhões).

Nos demais segmentos, o movimento de granéis sólidos chegou a 29,6 milhões de toneladas, volume quase igual ao registrado no ano passado, e 5,7 milhões de toneladas dos granéis líquidos, 5% menos que o registrado em 2018.


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Economia

Copom reduz taxa básica de juros de 5,5% para 5% ao ano

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (30) reduzir de 5,5% para 5% ao ano a taxa básica de juros da economia, a Selic.

A redução da taxa já era esperada por analistas do mercado financeiro.

Com a decisão, a Selic chegou ao menor percentual desde 1999, quando começou o regime de metas para a inflação. O atual ciclo de redução dos juros começou em julho deste ano.

Em comunicado, o Copom confirmou a expectativa dos analistas e indicou que deverá fazer um novo corte na próxima reunião, marcada para 11 de dezembro, reduzindo a Selic para 4,5% ao ano.

Para o comitê, o atual cenário econômico é positivo para o controle da inflação e permite um novo ajuste de 0,5 ponto percentual na taxa.

“O Comitê avalia que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir um ajuste adicional, de igual magnitude”, diz o texto.

O Copom também avalia que o estágio atual da economia “recomenda cautela” em relação à redução da Selic. Por isso, o comunicado reitera que a decisão sobre um novo corte pode mudar, uma vez que os “próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”.

Riscos

O comitê passou a considerar na avaliação de riscos para o aumento da inflação a defasagem entre os cortes contínuos nas taxas de juros e o consequente estímulo à atividade econômica e o reflexo real na economia. Até então, essa observação não aparecia no comunicado.

O Copom manteve a ressalva de que a piora do cenário externo e uma eventual frustração da continuidade das reformas e ajustes necessários na economia também podem influenciar em futuras decisões sobre a Selic.

Selic e inflação

O Copom se reúne a cada 45 dias para definir a Selic, buscando o cumprimento da meta de inflação. A meta é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

A meta central de inflação para 2019 é de 4,25% e, como o sistema prevê margem de tolerância, será considerada formalmente cumprida se ficar entre 2,75% e 5,75%. Para 2020, a o objetivo central de inflação é de 4% (tolerância entre 2,5% e 5,5%).

Quando a inflação está alta ou indica que ficará acima da meta, o Copom eleva a Selic. Dessa forma, os juros cobrados pelos bancos tendem a subir, encarecendo o crédito e freando o consumo, assim, reduzindo o dinheiro em circulação na economia. Com isso, a inflação tende a cair.

Se as estimativas para a inflação estiverem em linha com a meta, como ocorre no cenário atual, é possível reduzir os juros. Isso estimula a produção e o consumo.

Poupança

A redução dos juros básicos da economia afeta o rendimento das cadernetas de poupança.

Com a taxa abaixo de 8,5% ao ano, a remuneração da poupança corresponde a 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR), calculada pelo Banco Central. A norma vale para depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012.

Com a Selic a 5% ao ano, a correção da poupança será de 3,5% ao ano, mais a Taxa Referencial.

Segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), a caderneta de poupança “vai continuar sendo uma excelente opção de investimento, principalmente sobre os fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano”.



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Economia

Juros do cartão de crédito sobem em setembro e atingem 307,8% ao ano

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Os juros do rotativo do cartão de crédito subiram em setembro e atingiram 307,8% ao ano, um crescimento de 0,6 ponto percentual em relação ao mês anterior e uma alta de 28,8 pontos percentuais em 12 meses, de acordo com Banco Central.

Os dados, divulgados nesta 6ª feira (25.out.2019), mostram que esta é a maior taxa desde abril de 2018, quando o custo era de 328% a.a.

O custo do empréstimo encareceu no caso do rotativo regular (quando o pagamento mínimo da fatura tenha sido realizado), saindo de 288,9% ao ano em agosto para 290,2% a.a em setembro. Já o não regular (quando nem a quantia mínima foi quitada), registrou leve queda de 0,2 ponto percentual, ficando em 319,5% ao ano.

O crédito parcelado, que é uma alternativa para o cartão de crédito, também registrou alta em setembro, somando 178,3% ao ano, após alta de 1 ponto percentual.

Desde 2017, estão em vigor medidas do Banco Central que buscam reduzir os juros do rotativo. Pelas regras, o consumidor só pode pagar o percentual mínimo da fatura por 1 mês. Passado esse período, precisa quitar a dívida ou parcelá-la por meio de outra linha de crédito, mais barata.

Por sua vez, os juros do cheque especial cresceram 0,7 ponto percentual e marcaram 307,6% ao ano em setembro. Considerando todas as modalidades de empréstimos para pessoa física, as taxas tiveram leve queda no mês passado. De acordo com o BC, saíram de 52% ao ano para 51,3% ao ano.

As taxas de juros continuam altas, apesar dos seguidos cortes na taxa básica Selic, anunciada pelo Copom (Comitê de Política Monetária). Em setembro, ela passou de 6% ao ano para 5,5% ao ano.

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