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Tecnologia

Facebook aumenta recompensa para quem encontrar bugs em seus aplicativos

O Facebook está investindo mais dinheiro em segurança e privacidade. Acontece que, nesta terça-feira (15), a empresa anunciou expandirá vários de seus programas de recompensas por bugs, incluindo pagamentos de bônus por vulnerabilidades raras. Com as novidades, os caçadores de recompensas poderão testar ativamente os aplicativos de terceiros quanto a problemas de segurança, desde que sejam autorizados.

“Essa mudança aumenta significativamente o escopo da pesquisa de segurança que nossa comunidade de recompensas por bugs pode compartilhar conosco e ser recompensada por encontrar vulnerabilidades em potencial nesses aplicativos e sites externos”, explica Dan Gurfinkel, gerente de segurança de engenharia do Facebook.

As recompensas serão baseadas na gravidade do bug, com um pagamento mínimo de US$ 500 (ou seja, R$ 2.080, aproximadamente). Os pesquisadores precisarão comprovar que os aplicativos de terceiros autorizaram esses testes para receber as recompensas dos bugs encontrados. O Facebook anunciou pela primeira vez seu programa de recompensa de bugs para aplicativos de terceiros em setembro de 2018 e, enquanto a empresa tem sua própria equipe de segurança em busca de aplicativos para roubar dados, recompensas por bugs também permitem que a rede social abra a pesquisa para as massas. Em março de 2018, o Facebook expandiu seu programa de recompensas e começou a considerar os aplicativos que abusam de dados como falhas de segurança.

Pesquisadores que encontrarem e reportarem uma falha urgente no Facebook Messenger no iOS receberão a recompensa completa, além de um bônus de US$ 15 mil (R$ 62,4 mil). Além disso, o Facebook está oferecendo uma recompensa de US$ 60 mil (R$ 249 mil) por hacks bem-sucedidos do seu dispositivo Portal e US$ 40 mil (R$ 166 mil) por falhas de segurança no Oculus Quest.

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Tecnologia

Fundadores do Google deixam o comando da empresa

Fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin anunciaram a saída de seus postos de comando no grupo Alphabet. Atual CEO do Google, Sundar Pichai acumulará a mesma função na holding.

Até o momento, Page e Brin eram, respectivamente, CEO e presidente da Alphabet, holding criada em 2015 para comandar empresas como Sidewalk Labs, Waymo e Calico, além do próprio Google. Os dois ficarão no grupo como funcionários, além de permanecer no conselho administrativo — onde, juntos, detém 51,3% dos votos. Ou seja, continuarão decisivos na condução dos negócios. Mas o afastamento dos cargos formais tem forte efeito simbólico. 

Numa carta aberta, Page e Brin pouco explicam o motivo da mudança: “Com a Alphabet agora bem estabelecida, e com Google a as ‘Outras Apostas’ operando efetivamente como companhias independentes, é o momento natural de simplificar nossa estrutura de gestão. Alphabet e Google não precisam mais de dois CEOs e um presidente”. O documento se concentra em exaltar os feitos do grupo. É algo previsível em qualquer texto corporativo, e justo quando se trata de uma empresa que, fundada em 1998 por dois estudantes de ciência da computação da Universidade Stanford, tornou-se um império com o terceiro maior valor de mercado do mundo (US$ 892,97 bilhões) — atrás apenas de Apple (US$ 1,173 trilhão) e Microsoft (US$ 1,139 trilhão).

Um trecho do comunicado, no entanto, chama atenção: “Criatividade e desafio se mantêm tão presentes quanto sempre, se não mais, e são crescentemente aplicados a uma varidade de campos, como aprendizado de máquina, eficiência energética e transporte. Todavia, o principal serviço do Google — fornecer acesso à informação de forma neutra, precisa e livre — continua no coração da companhia“. (A tradução e o grifo são nossos). 

Duas décadas atrás, a frase “don’t be evil” (“não seja mau”, em tradução livre) era uma espécie de mantra na empresa de Page e Brin. Estava presente até no código de conduta entregue aos funcionários. Naquele tempo, a Microsoft era acusada de usar a onipresença de seu sistema operacional Windows para esmagar concorrentes, como a desenvolvedora de nagevadores para internet Netscape. A pressão dispersou conforme o fundador, Bill Gates, se afastou do negócio e concorrentes cresceram. 

Em 2018, o Google retirou a frase “don’t be evil” do seu código de conduta. Hoje, enfrenta acusações parecidas com aquelas feitas à Microsoft na virada do século. O Congresso dos Estados Unidos investiga se a Alphabet (ao lado de Facebook, Microsoft e Apple) promove práticas anticompetitivas. Segundo a Anistia Internacional, a empresa (ao lado do Facebook) ameaça os direitos humanos ao monitorar dados pessoais. Fatiar as big techs para desconcentrar poder econômico — como se fez em 1911 com a petrolífera Stardard Oil — tornou-se bandeira na campanha para a Casa Branca, encampada por candidatos como Elizabeth Warren e Bernie Sanders. 

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Tecnologia

Xiaomi lança aparelho de tradução simultânea para até 18 línguas

A Xiaomi lançou um tradutor simultâneo capaz de traduzir até 18 línguas. Chamado de Mijia, o aparelho tem design parecido com o de um smartphone e conta com câmera de 8 MP, que consegue capturar imagens também para tradução. O novo tradutor da empresa chinesa promete ainda bateria para até 19 dias de autonomia, conta com Wi-Fi e uma tela de 4,7 polegadas. O dispositivo chega ao mercado chinês com preço sugerido de US$ 185, cerca de R$ 787 em conversão direta, sem contar possíveis taxas de importação.

Vale lembrar que não há previsão para a chegada desse dispositivo ao Brasil e caso tenha interesse em adquirir o produto, é preciso que o consumidor importe o modelo. Confira, a seguir, mais detalhes sobre o novo tradutor da Xiaomi.

De acordo com a Xiaomi, o tradutor Mijia conta com seis microfones internos que possuem a capacidade de traduzir até 18 idiomas, usados em mais de 170 países. Além disso, o dispositivo conta com tecnologia capaz de captar e traduzir as falas com agilidade. Isso só é possível graças ao sistema de microfones que é instalado ao redor de todo o aparelho. Ao detectar o idioma, o Mijia traduz e exibe na tela o resultado da conversa em tempo real.

Em suas especificações, a Xiaomi garante que o aparelho possui uma tela em retina de 4,7 polegadas e uma câmera traseira de 8 MP. Com isso, é possível traduzir textos presentes em embalagens, também em tempo real. Com conexão Wi-Fi, o usuário pode encaminhar o resultado de suas traduções por e-mail, por exemplo. Além disso, o Mijia ainda conta com suporte para cartão SIM de telefonia, para conexão 4G.

A Xiaomi ainda oferece uma bateria interna de 3000 mAh, que possui sistema de carregamento rápido e pode fornecer autonomia para até 19 dias de uso ou até cinco horas de tradução contínua. O dispositivo está à venda em sites de importação por US$ 185, algo em torno de R$ 787 sem contar possíveis taxas de importação. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil.

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Tecnologia

Vazamento de dados expõe telefone e e-mail de 1,2 bilhão de pessoas

Um único vazamento expôs informações de mais de 1,2 bilhão de pessoas no último mês, de acordo com dados revelados pela empresa de cibersegurança DataViper na última sexta-feira (22). É provável que as informações, disponíveis em um servidor aberto na Internet, tenham sido inicialmente agregadas por duas companhias de enriquecimento de dados. O vazamento inclui contas em sites de redes sociais, além de endereços de e-mail e números de telefone, e pode ser considerado o maior da história entre aqueles vindos de uma única fonte.

De acordo com os pesquisadores Bob Diachenko e Vinny Troia, da DataViper, as informações provêm de um total de 4 bilhões de conjuntos de dados individuais, arquivados em mais de 4 TB de armazenamento. Dentro desses arquivos, disponíveis em um servidor aberto da Elasticsearch, é que estavam as informações das 1,2 bilhão de pessoas, totalmente desprotegidas — não havia necessidade de inserir qualquer senha, tampouco algum pedido de autenticação para acessá-los.

Diachenko e Troia notaram que a maior parte dos dados apresentava índices rotulados como “pdl” e “oxy”. As iniciais apontam para as empresas de enriquecimento de dados People Data Labs e Oxydata, que fornecem e-mails corporativos e informações detalhadas sobre perfis em redes sociais para alavancar ações comerciais. Quando procuradas pela Data Viper para comentar o caso, elas disseram que não possuíam os servidores.

As informações vazadas incluem nomes, endereços de e-mail, números telefônicos, além de dados de contas em redes sociais como Facebook e LinkedIn, o que compreende o histórico profissional da pessoa.

Ao final, os pesquisadores não conseguiram determinar, de fato, quem é responsável pelo vazamento, uma vez que o provedor de serviços de nuvem que hospeda o servidor não compartilha nenhuma informação sobre seus clientes por questões de privacidade. A suspeita, porém, é que as informações tenham vindo de um cliente dessas empresas de enriquecimento de dados.

Como saber se meus dados foram expostos?

Para saber se você foi uma vítima desse novo vazamento, acesse ferramentas como o site Have I Been Pwned ou Firefox Monitor, da Mozilla. Os serviços cruzam os e-mails informados pelo usuário com bases de dados públicas de informações roubadas para avisar se suas credenciais podem estar nas mãos de criminosos.

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Tecnologia

Aplicativo da polícia para denúncias começa a operar em mais de 25 cidades do Paraná

Começou a operar nesta segunda-feira (25) o aplicativo “190 PR” em municípios das regiões dos Campos Gerais do Paraná, além da Região Metropolitana de Curitiba. A ferramenta possibilita que os usuários façam denúncias para a Polícia Militar (PM).

O aplicativo foi lançado em outubro de 2018 e já funciona em cerca de 120 cidades do estado, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp-PR). A PM informou que nesta etapa mais de 25 cidades receberão o serviço.

A partir desta segunda, a ferramenta começará a operar em municípios atendidos pelo seguintes batalhões e companhias:

1º Batalhão de Polícia Militar de Ponta Grossa

  • Ponta Grossa
  • Castro
  • Carambeí
  • Piraí do Sul
  • Jaguariaíva
  • Arapoti
  • Sengés

26º Batalhão de Polícia Militar de Telêmaco Borba

  • Telêmaco Borba
  • Ortigueira
  • Reserva

28º Batalhão de Polícia Militar da Lapa

  • Lapa
  • Contenda
  • Campo do Tenente
  • Quitandinha
  • Pien
  • Rio Negro
  • Palmeira
  • Porto Amazonas

8ª Companhia Independente de Polícia Militar de Irati

  • Irati
  • Rebouças
  • Rio Azul
  • Fernandes Pinheiro
  • Teixeira Soares
  • Imbituva
  • Ipiranga
  • Ivaí
  • Guamiranga
  • Inácio Martins

Nos próximos dias cidades das regiões de Cascavel, no oeste, e União da Vitória, no sul também receberão o serviço, que está em implantação.

Por meio do aplicativo, os usuários podem fazer denúncias principalmente de perturbação de sossego, violência doméstica e acidentes de trânsito.

Durante o registro da ocorrência, o usuário também poderá mandar informações como fotos, vídeos e áudios, segundo a polícia.

De acordo com a PM, a ferramente inibe trotes, já que os usuários precisam se identificar por meio de um cadastro, que exige informações como nome completo, RG e CPF.

A PM informou que a previsão é que todos os municípios do estado recebam o serviço até o fim deste ano, incluindo o Litoral para a Operação Verão.

O aplicativo está disponível para sistemas operacionais Android e iOS.

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