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Esportes

Red Bull rebaixa Gasly para Toro Rosso e promove Albon com efeito imediato

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A Fórmula 1 está de férias, mas a Red Bull não quer saber de descansar no momento. A equipe austríaca abriu a segunda-feira (12) com uma manobra ousada: Pierre Gasly foi enviado de volta para a Toro Rosso, consequência do começo de temporada decepcionante em Milton Keynes. Como consequência, Alexander Albon é promovido da ‘equipe B’ e vira companheiro de Max Verstappen.

“A Red Bull está na posição única de ter quatro pilotos talentosos que podem ser revezados entre Red Bull e Toro Rosso”, disse o comunicado da Red Bull. “O time vai utilizar as próximas nove corridas para avaliar a performance do Alex e fazer uma decisão de quem vai pilotar ao lado do Max em 2020. Todos no time estão ansiosos em receber o Alex e o ajudar durante sua próxima fase em sua carreira na Fórmula 1”, seguiu.
Gasly subiu para a Red Bull como substituto de Daniel Ricciardo, que partiu para a Renault. O francês chegou bem cotado, mas a decepção foi imediata: Pierre se mostrou errático e incapaz de sequer chegar perto do nível de performance de Max Verstappen.
Albon, enquanto isso, deu passos no aprendizado na Fórmula 1. O tailandês é estreante e, apesar de fazer um bom trabalho, soma menos pontos do que o companheiro Daniil Kvyat.
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Esportes

Hamilton faz história e é hexacampeão da F1. Bottas vence nos EUA

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A F1 escreveu um grande capítulo da sua história nesta tarde de domingo. Em Austin, palco do GP dos Estados Unidos, Lewis Hamilton confirmou as expectativas e tornou-se o segundo homem a alcançar a marca de seis títulos mundiais. O britânico, hoje com 34 anos, repete o feito logrado por Michael Schumacher há 16 anos. Hamilton precisava de míseros 4 pontos para confirmar o hexa, mas foi além no Circuito das Américas, coroando uma temporada irretocável com grande corrida para terminar a prova em segundo lugar. Campeão em 2008, 2014, 2015, 2017, 2018 e, agora, em 2019, Lewis está a apenas uma taça de igualar o maior campeão da história do esporte, Michael Schumacher.

Hamilton vendeu caro a vitória a Valtteri Bottas, seu companheiro de equipe, que adotou uma estratégia de duas paradas, assim como Max Verstappen, contra apenas uma do britânico. Apenas nas voltas finais o finlandês fez a ultrapassagem que lhe valeu a vitória em Austin, a sétima da carreira e a quarta da temporada. Verstappen foi bastante valente e cruzou a linha de chegada em terceiro lugar.

Saiba como foi o GP dos Estados Unidos de F1

A história estava prestes a ser escrita. Lewis Hamilton alinhou em quinto lugar no grid pronto para selar a conquista de um incrível hexacampeonato mundial. A organização do GP dos EUA até reservou um lugar para Hamilton estacionar seu carro em caso de título logo à frente do pódio em Austin. O cenário estava pronto para a grande festa de um dos maiores pilotos de todos os tempos.

Na volta de saída dos boxes, a Red Bull detectou um problema de última hora no carro de Max Verstappen: uma rachadura na asa traseira, fato que colocava em risco a performance do holandês ao longo da corrida. Max, além de Carlos Sainz e Kevin Magnussen, chegaram à marca de 100 GPs disputados neste domingo.

A primeira volta da corrida foi sensacional. Valtteri Bottas tracionou muito bem e manteve a pole. Verstappen aproveitou a pista mais limpa e superou a Ferrari de Sebastian Vettel e pulou para segundo. Na sequência, Hamilton, que havia deixado Charles Leclerc para trás, fez incrível manobra de ultrapassagem, avançando para terceiro. Outros dois que largaram muito bem foram Lando Norris e Daniel Ricciardo, que tiraram proveito do problema de Vettel — ultrapassado pelo australiano em plena reta — na volta inicial e subiram para quinto e sexto, respectivamente. A largada não foi muito boa para Alexander Albon e Carlos Sainz. O anglo-tailandês espalhou um pouco mais na curva 1 e acabou acertando a McLaren. Assim, a Red Bull o chamou para tentar uma nova estratégia ao fazer a troca dos pneus macios pelos médios.

Em sétimo, Vettel não conseguia se aproximar da Renault de Ricciardo, enquanto Norris sustentava um ótimo ritmo de corrida. Lá na frente, Bottas segurava a liderança, enquanto Verstappen começava a sofrer com a pressão imposta por Hamilton.

A corrida terminou para Vettel na oitava volta. Não por culpa do alemão, diga-se. Seb passou por cima da zebra na curva 9, o que fez estrago irreversível na suspensão traseira direita, que foi quebrada com o impacto. A jornada do tetracampeão em Austin se encerrava de forma precoce. A prova seguiu sem a necessidade do acionamento do safety-car virtual. Logo depois, Ricciardo fazia a ultrapassagem sobre Lando Norris e subia para o top-5.

Quem se destacava no pelotão intermediário era Sergio Pérez, que havia largado do pit-lane e surgia em 14º na volta 12 após ter ultrapassado a Alfa Romeo de Antonio Giovinazzi. Albon vinha logo atrás em sua corrida de recuperação após o incidente no início da prova. Lá na frente, Hamilton assumia a segunda colocação depois que Verstappen foi aos boxes fazer a troca de pneus, dos médios para os duros. Bottas fez seu pit-stop na volta seguinte, a 15.

Hamilton assumiu a ponta com os pit-stops de Verstappen e Bottas e buscava esticar ao máximo seu stint para fazer a estratégia de uma parada. O finlandês voltou à frente da Red Bull e não teve a menor dificuldade de ultrapassar a Ferrari de Leclerc, que sofria por não ter um bom ritmo de corrida e também com o desgaste dos pneus macios.

© Fornecido por Grande Prêmio

A Ferrari dava sequência ao seu horroroso domingo com uma parada muito ruim para Leclerc. Os mecânicos enfrentaram problemas para fixar a roda traseira esquerda. Pit-stop de eternos 7s7.

Bottas tinha ritmo muito melhor que Hamilton com os pneus duros e não teve dificuldades para se aproximar e fazer a ultrapassagem, o que aconteceu na volta 24. Metros depois, o britânico foi aos boxes para colocar pneus duros e ir até o fim da prova. Lewis voltou à pista em terceiro, seguido por Leclerc e Ricciardo, com o australiano fazendo uma ótima corrida. Daniel e Norris deixavam Hülkenberg, que retardou ao máximo seu pit-stop obrigatório, para trás.

A vantagem do finlandês para Verstappen na liderança, depois de 29 voltas, era de 6s3, enquanto Hamilton estava cerca de 11s da ponta. Leclerc fazia uma corrida apagada e continuava em quarto, à frente da Renault de Ricciardo e das McLaren de Norris e Sainz. Albon já aparecia em oitavo, enquanto Pérez seguia remando e subia para 12º após bela ultrapassagem sobre a Toro Rosso de Daniil Kvyat.

Depois de chegar a andar em último, Albon era outro piloto que fazia belíssima prova e chegava à sexta posição depois de deixar Sainz e Norris para trás, enquanto Pérez voltava aos boxes para fazer seu pit-stop, com o mexicano voltando em 11º. Quem também regressou aos boxes foi Verstappen, que fez sua segunda parada e foi com pneus médios até o fim da corrida. Na volta seguinte, a 36, foi a vez de Bottas trocar os pneus, também de duros para os médios.

© Fornecido por Grande Prêmio

Enquanto se desenhava uma bela briga pela vitória, Robert Kubica terminava melancolicamente mais um fim de semana. O polonês recolheu seu carro para os boxes da Williams, sendo o segundo a abandonar o GP dos EUA. Albon, por sua vez, escalava mais um degrau na corrida e subia para quinto depois de fazer bela manobra de ultrapassagem sobre Ricciardo. Pouco depois, o anglo-tailandês fez seu terceiro pit-stop na corrida, voltando à décima posição.

A grande dúvida era mesmo se Hamilton suportaria seguir até o fim da corrida sem fazer um segundo pit-stop. Ao mesmo tempo, Bottas acelerava para se tentar se aproximar do futuro hexacampeão do mundo. Na zona mais intermediária, Albon remava novamente e escalava o pelotão e retomava o sexto lugar depois de passar Sainz. Pierre Gasly coroava um grande fim de semana e vinha em oitavo, à frente de Pérez, dono de ótima performance na corrida, e Norris, que fechava o top-10.

Hamilton foi até o fim, resistiu até onde deu, mas não conseguiu suportar a pressão imposta por Bottas, que fez a ultrapassagem e retomou a liderança na volta 53, partindo para a vitória em Austin. Verstappen tentava chegar no britânico, enquanto Albon fechava o top-5 e coroava mais uma grande atuação na F1.

Ao fim de 56 voltas, Bottas confirmou uma grande vitória depois de ter largado na pole. Mas a festa maior foi de Lewis Hamilton, o novo hexacampeão mundial de F1.


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Esportes

Sem Neymar e com novidades, Seleção é convocada para amistosos

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A lista de convocados da Seleção Brasileira ficou restrita a “estrangeiros” para os amistosos de novembro. Em evento no fim da manhã desta sexta-feira, no qual anunciou os atletas que disputarão os duelos contra a Argentina, dia 15, e a Arábia Saudita, no dia 19, o técnico Tite anunciou uma lista sem Neymar e abriu espaço para uma sucessão de novidades.

O goleiro Daniel Fuzato, da Roma, os defensores Emerson e Felipe, o meio-campista Douglas Luiz, do Aston Villa, e o atacante Rodrygo, do Real Madrid, vestirão a amarelinha.

 É um momento de preparação, os jogos são de preparação. E necessitar essas convocações de atletas jovens. Douglas Luiz era um atleta que eu acompanhava na época do Vasco. Venho acompanhado uma série de atletas, como Emerson. É momento de dar oportunidade a jovens – disse.

O técnico falou sobre o momento da Seleção Brasileira, que vem de quatro partidas sem vitória.

– Não fiquei satisfeito com desempenho e resultado. Mas tem etapas de construção. Três competições foram oficiais e em três teve necessidade de resultado e desempenho. Na primeira formatamos a equipe e nos classificamos em primeiro. Na Copa do Mundo, quartas de final, saímos para a Bélgica. Na Copa América, título. Agora, uma nova etapa de preparação para as Eliminatórias – afirmou o treinador.

No dia 15 de novembro, o Brasil mede forças com a Argentina, às 14h30 (de Brasília). Já no dia 19, duela com a Arábia Saudita.

Veja abaixo os convocados:

Goleiros: Alisson (Liverpool), Ederson (Manchester City) e Daniel Fuzatto (Roma)

Defensores: Danilo (Juventus), Emerson (Betis), Alex Sandro (Juventus), Renan Lodi (Atlético de Madrid), Felipe (Atlético de Madrid), Marquinhos (PSG), Éder Militão (Real Madrid))

Meio-campistas: Casemiro (Real Madrid), Arthur (Barcelona), Fabinho (Liverpool), Douglas Luiz (Aston Villa), Philippe Coutinho (Bayern de Munique) e Lucas Paquetá (Milan);

Atacantes: David Neres (Ajax)), Firmino (Liverpool), Rodrygo (Real Madrid), Richarlison (Everton), Neymar (PSG), Gabriel Jesus (Manchester City) e Willian (Chelsea).

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Esportes

Sophia Medina fatura título do Campeonato Brasileiro Sub-16 e garante vaga no Mundial

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Sophia Medina é campeã brasileira Sub-16 de surfe 2019. Além do título, a atleta também faturou o primeiro lugar do pódio da 3ª e última etapa do brasileiro Sub-16 disputada neste final de semana, 28 e 29, em Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba.

Na disputa, além dos três melhores, a etapa também definiu os 12 atletas brasileiros que vão disputar o Mundial de Surfe Júnior, na Califórnia, no final de outubro.

A competição internacional já teve como participantes Gabriel Medina e Filipe Toledo, que atualmente estão entre os maiores surfistas do mundo. Na disputa na Paraíba, foram 126 atletas representando 10 estados.

Na disputa, além dos três melhores, a etapa também definiu os 12 atletas brasileiros que vão disputar o Mundial de Surfe Júnior, na Califórnia, no final de outubro.

A competição internacional já teve como participantes Gabriel Medina e Filipe Toledo, que atualmente estão entre os maiores surfistas do mundo. Na disputa na Paraíba, foram 126 atletas representando 10 estados.

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